Um poeta escreveu: *"Entre doidos e doídos, prefiro não acentuar". * Às vezes, não acentuar parece mesmo a solução. Eu, por exemplo, prefiro a *carne* ao *carnê*. Assim como, obviamente, prefiro o *coco* ao *cocô*. No entanto, nem sempre a ausência do acento é favorável... Pense no *cágado*, por exemplo, o ser vivo mais afetado quando alguém pensa que o acento é mera decoração. E há outros casos, claro! Eu não me *medico*, eu vou ao *médico*. Quem *baba* não é a *babá*. Você precisa ir à *secretaria* para falar com a *secretária*. Será que a *romã* é de *Roma*? Seus *pais* vêm do mesmo *país*? A diferença na palavra é um *acento*; *assento* não tem *acento*. *Assento* é embaixo, *acento* é em cima. *Embaixo* é junto e *em cima* separado. Seria *maio* o mês mais apropriado para colocar um *maiô*? Quem sabe mais entre a *sábia* e o *sabiá*? O que tem a *pele* do *Pelé*? O que há em comum entre o *camelo* e o *camelô*? O que será que a *fábrica* *fabrica*? E tudo...
O caminho como meta