Ser livre, é ser a causa das suas próprias ações. No entanto, o homem é como um oceano, onde os ventos contrários geram ondas. Essas ondas não são geradas pelo próprio oceano, mas sim pelos ventos contrários... Ou seja, o homem está exposto ao caos pelas forças dos ventos contrários, e por isso está sob a servidão. Não é livre para gerar do seu íntimo o poder criativo nas suas ações devido ao constrangimento das forças alheias que vem de fora. As forças da sua liberdade precisam vir através da criativa força de dentro de si. São elas carentes da sua criativa libertação. É a famosa "Vontade de Potência", denominada por Nietzsche. Só é livre, aquele que pode efetuar conforme sua natureza, sem a interferência das forças externas. Assim, questiono o chamado "Livre Arbítrio", pois se ele requer um querer, como pode se livre para querer? Dependente desse querer ele jamais pode arbitrar livremente.
O mito da caverna de Platão se aplica à hipnose midiática atual e a sua influência manipuladora nas massas carentes de uma temática própria.
O mito da caverna, de Platão O mito da caverna conta que alguns prisioneiros vivem, desde o nascimento, acorrentados numa caverna, passando todo o tempo a olhar para a parede do fundo da caverna, que é iluminada pela luz duma fogueira. Nesta parede aparecem as sombras de estátuas de pessoas, de animais, de plantas e de objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros dão nomes a essas sombras e ficam analisando e julgando as situações. Se um desses prisioneiros se desvencilhasse das correntes para explorar a caverna por dentro e o mundo por fora, conheceria a realidade e perceberia que passou a vida analisando e julgando apenas sombras, imagens projetadas por estátuas. Quando saísse da caverna e entrasse em contato com o mundo real, se encantaria com os seres de verdade, com a natureza real. Ao voltar para a caverna, ansioso pra passar o seu conhecimento adquirido fora da caverna para os outros prisioneiros, seria ridicularizado. Os prisioneiros que não conh...
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